sexta-feira, 20 de junho de 2008
Pra divertir um pouquinho!
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk!!!!!!!ahahahahahahaha
segunda-feira, 16 de junho de 2008
Nada de Antonelli! Claudia Jimenez é quem está beijando Todd Rotondi

Desde a hora em que chegaram no restaurante, os dois atores engataram um papo animado, logo estavam se beijando, e assim permaneceram por boa parte da noite. Giovanna Antonelli que também estava no local, devidamente acompanhada pelo empresário Arthur Fernandes, com quem voltou a se relacionar, ainda brincou com o fotógrafo que fez o registro
Pelo visto, Santo Antônio ajudou a acabar logo, logo com a solteirice de Jimenez. Ela estava sozinha há menos de uma semana, quando se separou do ator Rodrigo Phavanello , com quem se relacionou por dois meses .

Claudia Jimenez pôs um ponto final no namoro com Rodrigo Phavanello , no domingo, 8. Segundo uma fonte ligada ao casal - que ficou junto por dois meses - disse ao EGO, a atriz alegou que ele era muito novo para ela e que tinha que viver muitas coisas na vida ainda. "Rodrigo ficou muito mal. Todo mundo achava que o romance era de brincadeira, mas ele gostava muito dela mesmo. Claudia é uma pessoa maravilhosa e o mimava muito."
Alguns amigos da dupla também apontam a recente reaproximação de Claudia Jimenez e Stella Torreão , com quem a atriz foi casada durante 10 anos, como fator determinante para a separação. "Elas nunca deixaram de se amar, só estavam vivendo uma crise. Rodrigo surgiu em um momento de carência, mas acredito que as duas voltem a se relacionar novamente", diz uma amiga de Claudia que prefere não se identificar.
Apesar de estarem separados, os dois decidiram manter o clima de amizade e vão continuar encenando juntos a peça " No Natal a gente vem te buscar ".
Quem disse que as gordinhas não tem ibope? Claudinha é exemplo de que ainda existem homens que procuram pessoas lindas por dentro, não que ela não seja bonita (na minha opinião ela é bonita), mas o precnceito hoje é de mais. Ser magra é ser bonita e ser gordinha é ser feia e é esse o conceito da maioria das pessoas! Então gordinhas se sintam e se sintam muito porque vocês estão podendo!
Morre Jovem vítima de acidente com balão
O “Fantástico” mostrou nesse domingo que Leonardo Salles Valentim morreu na última sexta-feira, após passar 22 dias internado.
“O balão subiu, e no sítio mesmo, meu sobrinho estava correndo, e a bucha, o peso foi muito. A cangalha arrebentou e caiu em cima dele”, conta o tio do menino, Valmir Salles Henrique.
A nossa equipe de reportagem esteve no sítio e encontrou restos do balão e de fogos de artifício. Um amigo da família, que não quis se identificar, disse que o balão foi solto fora do sítio. Mas o tio do adolescente tem outra versão. “Pediram para entrar no sítio e soltar o balão no sítio. E soltaram o balão no sítio”, afirma Valmir Salles Henrique.
Na semana passada, um grupo de baloeiros, do qual fazem parte ex-coronéis da PM, ex-brigadeiros e empresários, admitiu que solta balões. “Tanto a lei se aplica a eles, que eles já tão respondendo criminalmente por apologia ao crime”, diz o delegado Luiz Marcelo Xavier. Baloeiros também defendem que um balão bem-feito não causa perigo para os aviões. "Jamais haverá choque. Quando o avião se aproximar, o balão se desintegra por causa do deslocamento da massa de ar causada pelo objeto em movimento", diz o baloeiro Edwardo Kaczan. Pilotos discordam. "Não vai haver mudança da trajetória do balão, ou desintegração do balão antes do impacto. Vai haver impacto. Dependendo da parte da aeronave onde houver esse impacto, os danos podem ser consideráveis", alerta o piloto Leonardo Grant. O comando da Aeronáutica informou em nota que também repudia as declarações dos baloeiros, que podem incentivar uma prática criminosa. E que soltar balões representa perigo para a navegação aérea. Segundo a Aeronáutica, o choque de um balão e uma aeronave pode ter graves conseqüências. Para a polícia, o caso ainda não começou a ser investigado porque não houve registro na delegacia. Um baloeiro foi preso em flagrante, esse domingo, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio. Com Luiz Antônio de Souza, de 41 anos, foram apreendidos 15 balões com tamanhos que variavam de três a 15 metros de altura, além de buchas. No sábado, policiais da delegacia de meio ambiente e do batalhão florestal já haviam fechado uma fábrica de balões, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.
Ai eu me pergunto:
Isso é coisa de gente normal? Esse é o tipo de coisa que mostra que o Brasil nunca irá pra frente, pois se até esses tenentes, empresáros e brigadeiros reformados pensam e agem dessa forma com total ignorância, ignorando todo sofrimento dessa família que perdeu uma criança, imagina os anônimos e fãs dessa "arte", que não traz benefício algum e só causa trajédias! Esse é o tipo de coisa que define um povo ignorante, sem coração, que eu acho que não deve estar em seu juízo perfeito! Porque isso é um crime, e quem pratica esse crime, deve responder por seus atos!
domingo, 15 de junho de 2008
Modelos em queda!
O equilibrio aqui passou longe! Depois dessas escorregadas eu nunca mais pisaria em uma passarela!
Divirtam-se!!! kkkkkkkkk
sábado, 14 de junho de 2008
10 coisas que eles não contam pra nós
2. Que estamos gordinhas, sim!"É a coisa mais óbvia deste mundo, mas ninguém fala, só a Fernanda. Ela me disse, Caco, quer ver uma mulher feliz, diga que ela está bonita. Só isso, pronto. Não me venha falar que minha interpretação foi maravilhosa, que meu papel estava ótimo, nada disso, diga que estou linda. Falo da Fernanda D'Umbra, amiga e tremenda atriz que está estourando por aí. Parece simples demais, e é isso mesmo. Mas nem sempre o simples é fácil de botar em prática, que mulheres nunca são simples demais. Tipo da coisa que não existe. Às vezes minha mulher me aparece: "Você acha que preciso emagrecer?" Eu me lembro da Fernanda. "Você está linda, meu amor." Não adianta, conheço o ritual e até já sei onde essa conversa vai acabar. Pior, no fundo, até acho que uns dois quilinhos a menos cairiam bem. Então ela vem: "Fale a verdade". "É verdade, você está ótima assim." "Nem um quilinho a menos? Não sei, as roupas parecem que estão mais justas. Aliás, não tenho mais roupa. Não tenho!". "Pra mim está bom assim, perfeitinha, sem tirar nem pôr, e reforço, está linda, gostosa, maravilhosa, tesuda, uma dádiva exuberante e lasciva da natureza." Não adianta. Na verdade só quero ler meu livro em paz e me livrar dela, e ela sabe disso. "Se eu perder dois quilinhos, um pouquinho aqui, não fica melhor?" Eu também sei que não vou conseguir me livrar até dizer o que ela quer, e caio na besteira de dizer: "Se você acha, por mim tudo bem". "ENTÃO QUER DIZER QUE ESTOU GORDA???!!!" Nesse ponto, as labaredas do inferno começam a incendiar o quarto. Pra que eu fui abrir a boca?"Caco Galhardo, autor de Dom Quixote em Quadrinhos (Peirópolis)
3. Que também simulam orgasmo"Vale dizer que isso aconteceu apenas duas vezes. Explico: ela já tinha chegado ao orgasmo e eu estava cansado, até satisfeito, e ainda longe de gozar. Simples assim. Fingir, ali, foi prático e eficaz. Que fique claro que eu não fiquei forçando gemidos, bancando o ator pornô, pelamor, isso não. Mas lembro de ter dito a ela(s) que havia gozado, sem que isso tenha acontecido. Muito bem.A meu ver, o ponto fulcral da discussão aqui é o fato de o orgasmo mentiroso ser algo que as pessoas verdadeiramente guardam para si. E, dependendo da situação, acho que é isso mesmo, segredo de Estado e ponto. Se eu não estivesse nem aí para elas, diria a verdade sem qualquer pudor. O lance é que o fingimento não significa que a transa tenha sido necessariamente ruim. Ao menos no meu caso não foi. Foi gostoso, prazeroso, mas eu cansei antes da ejaculação, ora essa.Claro, óbvio e ululante que o ideal é não ter que fingir patavina. Gozar é uma delícia, porra!Só que o orgasmo de um não é de responsabilidade do outro. Ele, o orgasmo, mais que tudo, está na cabeça de cada um. Numa das vezes eu lembro que tinha tido um dia cheio de atividades físicas, tava cansadão, e aí, eu não gozo, e a culpa é dela? Claro que não. Em suma, acho que fiz bem em fingir e em guardar segredo. De forma que, honestamente, creio que as mulheres que fingiram comigo fizeram isso pensando em mim.Assim como eu fingi pensando nelas. E isso é bacana, oras. Se não for uma constância.O gozo fingido em nome de um bem maior pode ser tão ou mais sublime que o verdadeiro."Fabiano Rampazzo, autor do Manual do Xavequeiro (Matrix)
4. Que detestam lingerie bege"Lingerie bege? Não! Com tantas cores divertidas que enfeitam os olhinhos do mundo, tinha de ser... BEGE?!? Como dizer que assim não é legal? Culpa da vovó! É, pense na calcinha da sua avó, quer dizer, na 'calçola', pois peça daquele tamanho não pode ser chamada de calcinha. Aposto que lhe veio à mente uma bege. O trauma começa aí, na infância.Sério, todo pimpolho acaba vendo as calçolas beges da avó, seja num descuido dela ao se trocar, seja estirada em cima da cama (quase um lençol) ou então pendurada no boxe do banheiro.O tempo passa e descobrimos que o bege não está no espectro de cores. Não é in. Pior, é considerado cor 'pastel' e, como se sabe, pastel não é só a delícia da feira, mas um adjetivo pejorativo. "Que cara mais pastel!" Enfim, o bege é sem graça, feio e sem brilho. Falta força, falta cor, falta paixão. É destoante da beleza que as mulheres irradiam.A sensualidade vai por ralo abaixo, numa associação livre com aquele mesmo boxe da vovó.Mas como dizer isso a elas? Homem quer colo, curtir o aconchego quietinho, mas a necessidade feminina de entender o que não há de ser entendido sempre 'fala' mais alto. É aí que complica, pior que discutir relação!Até explicar o trauma da vovó e ser tachado de besta e mentiroso (ela quer acreditar que o rapaz não a ama ou não a deseja mais) tudo desandou. É por isso que o homem prefere deixar como está, não diz nada e, quando a vê usando a referida lingerie, apenas coloca um sorrisinho amarelo no rosto (tão sem graça quanto o bege), pede desculpas à vovó e vai pra guerra, bom guerreiro que é. Como diria Maquiavel, os fins justificam os meios."Nelson Botter, autor de Amores Avulsos e Outras Sublimações (Nova Esfera)
5. Quantas mulheres já pegaram"É meio estranho escrever numa revista feminina, ainda mais em uma tão confeituada, justamente sobre uma coisa que nunca contamos para elas, esse mistério de quantas mulheres nós, homens, já pegamos. Antes de mais nada, temos que lembrar: é mentira efa história de que ficamos o tempo todo penfando em pegar alguma mulher. Hoje mesmo, das 16 h às 16h45 e, depois, das 17 h às 17h45, enquanto rolou a transmifão do futebol na tevê, nenhum de nós pensou nifo. O que as mulheres não entendem é que existem homens que fizeram só pequenas pontes fobre laguinhos de jardim de restaurante japonês. E homens, como nós, que fizeram obras maiores, como uma ponte Rio-Niterói. É importante ressaltar que se a gente pergunta para uma mulher com quantos ela já transou, quase todas juram de pés juntos que os amores delas cabem nos dedos das mãos. De uma das mãos. Homens também têm o direito de não querer parefer mais galinhas do que já fão. Ainda mais nós, que temos o nome de Irmãos Bacalhau. Se a gente fofe os Irmãos Galinha, o respeito ia fer bem menor. Enfim, mas alguém prefisa ser macho de verdade e falar abertamente sobre os cafos que já teve. E efa tarefa coube a nós. Qual o problema? O pafado não nos condena. E iria condenar a gente por quê? Porque um de nós pegou todas as colegas de sala da faculdade? Ou porque um de nós já teve quatro amantes ao mesmo tempo? Isso faz de nós caras piores? A gente continua fendo gente. Tem que lembrar do que diz a música: os amores foram pontes, certo? É claro que a gente olha pra ponte, não tem trânsito nenhum, dá vontade de ir e voltar rapidinho pra qualquer lugar. Mas depois de casado, de estar namorando legal, de ter algum compromifo fério com alguém, a gente acha melhor sofegar, ficar admirando a obra que construiu ao longo do tempo. Ifo é o que vale. O que pafou, pafou. Agora, facanagem são as nofas mulheres entrarem no escritório, verem a gente escrevendo efe artigo no computador, ficarem indignadas com efas revelafões e enfiar a mão na nofa cara, quebrando os nofos dentes. Tá vendo? É por ifo que homem nenhum conta efas coifas. Para arrumar confusão à toa? Olha aí como a gente tá falando agora, sem os dentes da frente. Pior do que isso, foi a gente ainda ter que ouvir: E não me venha mais com esse papo de ponte! Por que você não veio nadando, hein?"Irmãos Bacalhau, autores de O Código da Vinte e Cinco de Março e Homem-Cobra, Mulher-Perereca (Matrix)
6. O real motivo por que se separam"Ele está decidido a dar um tuf na mina. Alguns motivos para um tuf são perfeitamente admissíveis. E dá-lhe aquelas generalidades todas do tipo: "Sei lá, ando confuso sobre o que eu quero, preciso de um tempo sozinho para pensar na minha vida". A despeito do deslavado clichê da coisa, às vezes é isso mesmo que está rolando. Porém, em outras circunstâncias nossa motivação para o tuf pode ou não ser lá muito nobre (outra mina na parada), ou ser algo que irá nos expor de modo ululante ao ridículo. Tive uma namorada que era linda. Um belo dia, porém, algo nela começou a me inquietar. Sim, algo naquela formosura toda estava fora de lugar. Como um piano Steinway & Sons com uma única tecla desafinada. Aliás, duas. Explico-me: nesse tal belo dia comecei a me dar conta de que não conseguia olhar para os seios dela sem sentir um irresistível impulso de ficar vesgo. Seus seios, embora espetaculares, davam uma leve impressão de estrabismo, de frita-o-peixe-evigia- o-gato. Um detalhe que seria absolutamente irrelevante se eu não tivesse compulsão de mimetizar os defeitos alheios. Sim, eu sou daquele tipo que, se tem um fanho por perto, começa a falar fanho também. Se vejo algum manquitola, inconscientemente começo a arrastar a perna. É involuntário, claro, eu não seria calhorda de tirar sarro de deficientes físicos. Mas é assim que é. E olhar para os seios vesgos da minha namorada me dava a compulsão do estrabismo. A coisa chegou a um ponto insuportável e tive de sair fora. Lógico que não confessei o real motivo do tuf, não queria passar ridículo. E o que foi que eu disse? Oras, que ela estava gorda, que a família dela era um saco, que eu simulava orgasmos e que, sim, que dera puladinhas de cerca em nosso namoro."Eduardo Haak, autor do blog www.eduardohaak.com
7. Que já broxaram"O amor é um jogo. Um jogo de poder. Nessa relação, principalmente no seu início, homens e mulheres medem forças, seja no poder de sedução, no magnetismo pessoal, no charme, na beleza, na forma física e até em coisas inusitadas como cultura, futebol, quem fala mais línguas e melhor, enfim, um verdadeiro campeonato. O problema é que, por causa dessa disputa, ninguém quer ser o primeiro a mostrar suas fraquezas e defeitos para não dar ao outro alguma vantagem. Não que sejam realmente defeitos. Broxar todo mundo broxa. Basta o cara ter bebido umas a mais, ou aquele não ter sido um bom dia, ou muita pressão no trabalho, estresse... enumere. Um amigo que conheceu uma moça numa noitada de terça-feira, depois do trabalho, quando foi levá-la para casa às três horas da manhã e ela o convidou para subir, ouviu dele: "A essa altura, minha querida, se você gostar de pinto mole, vou levá-la à loucura". Foi sincero. Vocês lembram daquela cena hilária do Jack Nicholson em Alguém Tem Que Ceder, quando ele sai correndo pelo hospital com a bunda de fora? Pois foi por não querer admitir que tomara Viagra que ele fez toda aquela cena. Acontece que a sexualidade feminina é diferente da masculina. A mulher consegue transar em qualquer circunstância, mesmo sem tesão. Já o homem, fisicamente não funciona sem estar excitado. Ele broxa! Ocorre que a nossa cultura machista não perdoa essa falha e a considera um fracasso. Então ele tem o dever de "mostrar serviço" toda vez que é solicitado, o que é um grande absurdo, além de gerar um drama psicológico no pobre rapaz. Outro fator que leva alguns homens a não contar que algum dia já "falharam" é que, se com a mulher que ele estiver ele não fracassar, ela, então, poderá sentir-se poderosa, pois com ela ele não broxou! Já com a outra... E ele não quer dar a ela essa colher de chá (lembrem-se da disputa). Portanto esse é um assunto delicado para os meninos. Estamos pisando em terreno movediço. No entanto, se a mulher tiver a presença de espírito de capitalizar esse momento de fragilidade do seu homem sem diminuí-lo (afinal, broxar é humano), poderá com isso conquistar sua confiança e somar pontos preciosos para abrir a porta desse coração machista machucado, o que, no final, é o objetivo do jogo. Os dois ganham!"Lu Tiby, autor de Sonhos Calientes (Alley)
8. Que acordamos o belzebu de feias"Despertador, sol na cara, acordo ao lado da moça. Namorada, mulher, caso, desconhecida - não importa. O corpo demora para acordar seus sensores, e meu único sentido pleno, ativado por um despertador nervoso, é minha audição. Ouço um bom-dia de uma voz desconhecida. Opa-dormi ao lado de uma princesa de voz cálida e, na primeira hora da manhã, tenho meus tímpanos invadidos por uma rouquidão gutural de Monstro do Pântano. Sento na cama, ela também. Até aí tudo bem, tá tudo certo-penso-charmosinha com essa voz rouca. Encaro a fera, olho no olho e, dessa vez, é meu globo ocular que se espanta. Cadê as bochechas rosadas do dia anterior? O lábio volumoso de brilho úmido? E o cabelo... será que no meio da noite um Katrina qualquer arrasou meu apartamento e não me dei conta? Caramba, eu tô desconfiado... Mas vamos em frente. Ganho um sorriso bonito, preguiçoso e encantador, seguido de um "dormiu bem?" Façam a experiência, se duvidam dos fatos. Antes de dormir, comam uma bonita e cheirosa rosa vermelha, pétala por pétala. Não adianta. Na manhã seguinte, minha amiga, antes da masturbação que é a higiene bucal, se a senhora ousar falar no raio de ação do nariz do seu homem ele será metralhado por uma experiência olfativa nada agradável. Audição, visão, olfato. Dos meus sentidos, dois ainda não foram roubados. Vejo que minha musa da vez começa a se inclinar e um outro sentido desperta em mim, um que eu nem sabia que existia: o sexto, a intuição, que me diz: "Alerta! Alerta! Beijo na boca! Beijo na boca!". Fecho os olhos e encaro a fera. Tento me iludir com a idéia do selinho. Mas não, mal acordo e já sou sufocado por um beijaço de língua. Boca seca, rançosa, amanhecida. Pelamordedeus! Deixo rolar por um tempo e me esquivo cheio de sutileza, levantando da cama numa disposição matinal impressionante. Espreguiço enquanto ela vai até o banheiro. Sinto falta, sei lá, de um dos sentidos. Isso, o tato! Na velocidade do meu pensamento carente ela pára no meio do quarto e vem em minha direção. Braços abertos, sorriso na cara, mulher. Me abraça forte e vejo durante a carícia irresistível que o melhor dos sentidos é aquele que faltava, justamente. E, durante o abraço, sinto o cheiro, ouço a respiração, sinto o gosto da nuca e olho para dentro de mim mesmo. Bom-dia!"Ismael de Araújo, autor do Manual do Xavequeiro (Matrix)
9. Que pensam cobras e lagartos da nossa família"Tem a matrona que aparece de surpresa na casa do namorado da filha - porque o "bebê dela" está com uma febrinha de 37,20C, tem o primo que vem do interior para subir ao Corcovado, a prima solteira que está sem companhia para ir ao cinema, o sobrinho que quer ir ao zoológico... Sim, podemos pensar, nem que por poucas vezes e em momentos extremos, cobras e lagartos da família de nossa companheira. Mas dá para tentar melhorar o problema, criando regras... No meu caso, criei a "regra do programa-de-índio". Eu tinha um acordo com minha ex, em que qualquer um dos dois tinha direito a dois (só dois mesmo!) pedidos de acompanhamento em programas que o outro não gostaria de fazer por ano!!! Poderia ser batizado do neto da vizinha da sogra, open-house da madrinha da cunhada, o que for: duas vezes por ano eu ia, me esforçando ao máximo para ser agradável enquanto na minha cabeça eu arrumava outra ocupação, seja lá qual fosse. Agora, gastou as duas, já era. Dava um alívio danado poder negar ir junto; afinal, foi acordado e sacramentado. A quantidade de pensamentos "reptidianos" em relação à família dela caía que é uma beleza! Mas cuidado, isso implica deixar a gata ir sozinha nesses tais programas. Se o cara é ciumento pode criar répteis de outro tipo na cabeça, até mais peçonhentos. Fazer o quê? O jeito é tomar o nosso antiofídico..."Marcos Wettreich, autor do Manual de Mães e Pais Separados (Ediouro)
10. Quanto ganham"Desde pequeno minha mãe me ensinou uma coisa: "Nunca fale para sua mulher quanto você ganha". É verdade que minha mãe adotou a mesma estratégia comigo. Até hoje não sei quanto ela ganha. Mas em relação ao homem não dizer para a mulher, acredito que tem certa razão. Elas são mais compulsivas do que a gente, gastam desenfreadamente na maioria dos casos. Tudo bem que hoje em dia estão no mercado de trabalho. Porém são capazes de gastar o dela e o nosso. Por outro lado, muitos homens não gostam de dizer quanto ganham porque se a mulher souber, acaba entendendo que a conta do jantar muitas vezes é paga com o limite do cheque especial ou com um cartão de crédito pra lá de estourado. Eu de compulsivo e gastão não tenho nada. Sou o tipo de cara que dá o CD preferido de presente de aniversário para um amigo só para pedir emprestado e que só namoro moça que racha a conta. Pensa o quê? E o interessante seria que dinheiro fosse um assunto mais "light", que fosse conversado com o despojamento que tratamos temas como futebol, novela e outras amenidades. Acredito que nossa relação com o dinheiro é complicada porque falamos pouco de dinheiro. Pois é, como você viu, sou um cara econômico até nas palavras.
"Gustavo Nagib, autor dos livros Guia do Pão Duro 1 e 2 (Matrix)
Ilustrações: Renata Braga
Sexo x Chocolate

Por Patricia Alves
Foto: Rene de Paula
Um estudo comandado pelo sexólogo Amaury Mendes Junior, do Instituto Brasileiro Interdisciplinar de Sexologia e Medicina Psicossomática (Isexp), de São Paulo, sugere uma relação nada inocente entre a forma de consumir o doce e a maneira de lidar com o parceiro na cama. Confi ra algumas dessas conclusões:
- Gulosa — Devora vários pedaços e prefere um sexo rápido e superficial.
- Desconfiada — Adora chocolates, mas nunca aceita quando lhe oferecem. Isso revela um comportamento ciumento e controlador.
- Seletiva — Prova vários sabores, mas não acha nenhum que a satisfaça. Indica dificuldades em dar e receber prazer.
- Generosa — Sempre come um pouquinho e guarda o resto para depois. Tem tendência a procurar uma terceira pessoa.
- Exigente — Gosta de apreciar o aroma, a textura e a embalagem da iguaria. Busca o sexo com sentimento e envolvimento maior.
- Devoradora — Come sem degustar. Demonstra desinteresse pelas preliminares.
Brasileiras preferem chocolate a compras ou sexoPesquisa realizada pela Unilever, em 13 países, mostra que as mulheres consideram o chocolate mais irresistível que sexo. Com a ajuda do instituto Datosclaros, Axe ouviu mais de 3,5 mil mulheres entre 18 e 35 anos, residentes em 13 países.Os pesquisadores descobriram que o chocolate é o item mais irresistível para as mulheres e que as brasileiras, entre todas, são as maiores fãs do ingrediente – 83,6% das participantes colocam o chocolate no topo da lista. Elas também consideram o ingrediente um poderoso afrodisíaco natural e responsável por proporcionar um prazer comparável ao sexo.Considerado por 93,3% das brasileiras uma tentação difícil de resistir, elas também confessam que comer um chocolate é como se dar um presente, além de ser uma excelente maneira de garantir o bom-humor. E a lista de vantagens não pára por aí. O chocolate é visto também como o responsável por deixar as mulheres predispostas à diversão, sem contar o fato de ser considerado uma ótima companhia.Outros prazeres irresistíveis
As brasileiras também caem de amores por:
- Buquê de flores (76,4%)
- Bom jantar (75,1%)
- Banjo de espumas (55%)
O pão que o diabo amassou: 10 histórias de dureza dos famosos
Antes de estourar nas rádios com sucessos como “Qual É”, Marcelo D2 (foto) fazia outro tipo de apologia: consertava telhados para ganhar o pão de cada dia.Fábio Jr., imagina só, não devia arrancar tantos suspiros. Antes de virar um galã romântico de várias gerações, o cantor entregava jornais.
bicho que levava para um apontador.
Teria sido Ailton Graça o cobrador que jogou as moedinhas de Lulu pela janela? O ator ralava como cobrador de ônibus antes de embarcar na atuação.
Da RedaçãoFotos: Adriana Neves (Marcelo D2), Divulgação (Zeca Pagodinho), Differential (Ivete Sangalo e Lulu Santos), TV Globo/Renato Rocha Miranda (Cláudia Raia)


