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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Seu cabelo tem conserto?

Por: Priscila Jacob Fotos: Sidney Tuma
Nem sempre ir ao cabeleireiro é algo agradável e que vai fazer com que você se sinta mais bonita. Às vezes, os profissionais erram e você fica frustrada ao ver no espelho um resultado bem diferente do esperado. Nessas horas é difícil encarar-se de frente e proferir a velha frase: “Não tem problema, cabelo cresce”. Só o que a gente consegue sentir é um nó na garganta e o amargo gostinho do arrependimento. Mas tão velha quanto à frase acima, é a máxima de que para tudo tem um jeito. Dois profissionais renomados ensinaram como consertar os principais erros que podem ser cometidos contra a sua cabeleira. Então, engula o choro e resolva o drama agora mesmo!


A franja ficou muito curta. E agora?

Algumas mulheres mais modernas e ousadas conseguem driblar com maior facilidade o fato de a franja ter ficado curta e não se incomodam em desfiar as pontas e cortar o cabelo também para harmonizar o visual. Mas, se você não pretende mexer no comprimento dos fios, uma solução prática e divertida são as famosas fivelinhas tic-tac, ou seja, mantenha a franja presa até que ela atinja novamente o comprimento ideal. Dependendo do tamanho que a franja ficou também é possível desfiar levemente e dar movimento de modo que possa ser usada na diagonal.

O que fazer quando o repicado arma demais?


Você entra no salão e pede o corte da moda, todo desfiado como o da Priscila Fantin. Só que no final das tesouradas o resultado é algo similar à juba de um leão! O cabeleireiro Wanderley Nunes, do Studio W (SP), revela que dá para consertar um repicado armado com um corte em linha geométrica, o que ajuda a acalmar e dar mais peso aos fios. Outra solução apontada pelo especialista é fazer escova e usar produtos finalizadores para domar o volume. O cabeleireiro Nilo Leal, do salão Casa Mauro Freire (SP), também aposta nas pontas desfiadas para diminuir o volume. Mas caso os fios estejam curtos demais, é bom levar em consideração a idéia de fazer escova progressiva para não mexer no comprimento dos fios.


Aderi ao curto, mas o cabelo ficou muito volumoso...

Para esse drama recomenda-se um bom relaxamento para domar os fios ou, então, um corte desfiado com navalha. Outra boa opção é o uso de finalizadores como pomadas cremosas que modelam os fios e fazem com que eles fiquem mais próximos da cabeça.


O que fazer quando as luzes não param de clarear?


Isso acontece geralmente quando o tempo de exposição à química foi maior do que o recomendado. Para consertar, além de evitar a exposição ao sol, é preciso lançar mão de xampus tonalizantes para recuperar a cor inicial.

Como consertar um cabelo que perdeu o volume por causa do desfiado?

Nesse caso, a solução é simples: diminuir o tamanho dos fios (caso estejam compridos) e moldá-los com mousse e produtos específicos para dar mais volume. Mas para que essa última tarefa dê certo, é essencial seguir corretamente a forma de aplicação. Então, anote: após lavar as madeixas, remova o excesso de umidade e espalhe um punhado de mousse (do tamanho de uma bola de tênis) em toda a cabeleira. Reduza o volume pela metade, caso tenha fios curtinhos. Em seguida, amasse bem os fios ao mesmo tempo em que seca com o difusor.



Como consertar um dégradé que ficou desigual?

“Nesse caso o ideal é cortar novamente de forma a igualar as mechas”, diz Wanderley. Já Nilo, faz uma brincadeira dizendo que nesse caso o cliente deve agradecer ao profissional. “Cabelo com um dégradé todo certinho não cai bem mesmo, está fora de moda, prefira as pontas desfiadas”. Ou seja, dessa forma, o que vale mais mesmo é o seu bom senso – olhe-se no espelho e veja se é melhor cortar ou não.


Não agüento mais as pontas espigadas!


Isso é sinônimo de cabelos maltratados, com excesso de química ou ressecados pelo uso de secador e chapa. Se você não pretende cortar a parte ressecada já existem tratamentos que recuperam as pontas, um dos mais eficientes é a cauterização. Mas o mais importante é prevenir o aparecimento das pontas espigadas com produtos e tratamentos que não deixam que o cabelo chegue neste estado. Hidratação constante é sempre bem-vinda!

quinta-feira, 12 de junho de 2008

Chapinha - Quem resiste?


É uma questão cultural. A mulher brasileira adora e sonha com um cabelo longo e super liso. Para alcançar este ideal de beleza vale tudo, desde relaxamento, alisamento, escova definitiva, escova progressiva que são tratamentos que usam química. Quando aplicados de forma inadequada danificam completamente o cabelo e só um bom corte e a ação do tempo poderá restabelecer a beleza e saúde do fio.
Muito popular é o uso da prancha ou da chamada chapinha, que pela ação intensa e concentrada do calor alisa instantaneamente o cabelo. O efeito é imediato, mas sai na primeira lavada. Tem a vantagem de não usar nenhuma química, porém usado de maneira inadequada pode “fritar” e destruir o cabelo do mesmo jeito que os produtos químicos.
O manuseio da prancha requer cuidados especiais. O ideal é proteger o cabelo com inúmeros produtos termo ativos, que com a ação do calor hidratam e protegem o fio do cabelo.
A escolha do modelo da prancha também é importante. Dê preferência àquelas que tem revestimento de cerâmica.
Conversamos com o cabeleireiro Alexandre Fontanini do salão De La Lastra em São Paulo, que recomenda que a prancha seja usada por um profissional para evitar manuseio inadequado e danos ao cabelo, mas se você não resistir em de utilizá-la em casa, confira as dicas de Alexandre:
Principais cuidados:
1. A prancha deve ser aplicada dá raiz à ponta do cabelo em um movimento continuo, sem qualquer interrupção. Não deixe-a parada. Esta é a principal dica de Alexandre;
2. Passe no máximo duas vezes em cada mexa;
3. Não use a prancha diariamente, ela acabará danificando o cabelo, no máximo uma vez por semana;
4. aplique produtos termo ativos que protegem o cabelo antes de passar a prancha;
5. Faça uma boa hidratação semanal;
6. Uma vez por mês faça uma reconstrução capilar, Alexandre recomenda um mínimo de três aplicações, uma a cada mês.